À Moda de Gaza
Foi a partir da lógica monstruosa da mulher judia feita bicho na sádica orgia palestina dos horrores que fui traduzindo. Tão boa me ficou a tradução que eu não a pude publicar. Pudor, respeito às vítimas, temor de D'us, sei lá. Enfim, não eram mais mulheres nem meninas, nem as pessoas que alguém conheceu, a mãe ou a filha, a mulher ou a irmã. Não. Muito antes de acabarem de matá-las, elas já haviam morrido por dentro. Eram apenas bichos que urravam medonhamente na madrugada de 7 de outubro, ao longo da Rodovia 232, que margeia a Faixa de Gaza no sentido Norte-Sul. Dezenas, centenas de bichos.
Os homens que as seviciavam e matavam já não eram gente e destruíram a humanidade delas. Predadores, os palestinos se divertiam animalizando as mulheres e meninas judias, antes de abate-las sadicamente. As 20 mulheres e meninas que podem ter virado bichos sexuais de consumo do Hamás estão ainda na madrugada de 7 de outubro. Viram os parentes estraçalhados pelo "heroísmo palestino" e imediatamente se viram expulsas da condição humana. Já não pensam; não se pode pensar nem sentir depois de tudo. É a condição da criatura viva levada ao extremo da sobrevivência. Quem ainda estiver viva perdeu a sanidade. Homem maduro e afeito a alguma disciplina espiritual, eu já teria perdido. Elas...
CERCA DE 130 REFÉNS, incluindo um bebê e vários idosos. Quando penso neles, ponho em dúvida a humanidade dos governantes do Brasil, entretidos em justificar os "não-homens" de Gaza. Existe um limite, até para o cínica cegueira ideológica. As esquerdas, na maior parte, detonaram esse limite e se encontram na embriaguez de uma sádica orgia. À moda de Gaza.
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Ⓒ2024 Miguel Fernandes
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Este escrevinhador se reserva o direito de detonar comensafada safados. Você é suficientemente grandidnho para ponderar com sensatez e não me vir com besteiras do tipo "criancinha coitada" etc. Não me irrite.