Genoinamente como Goebbels gostaria
A presidente do Partido dos Trabalhadores exigiu das judias seviciadas pelo terror que governa Gaza uma prova de que haviam sido realmente estupradas. Presidente de honra do partido, o presidente da república manteve silêncio. Igualmente calada permaneceu a saltitante primeira-dama, cuja intrujice só se compara à verbosidade. A presidente impudente já protagonizara escândalo ao circular com um assessor comprovadamente pedófilo, rapidamente exonerado, não rapidamente o bastante para poupar a despreocupada líder socialista. Feminista de carteirinha, a criatura não teve pejo de expor à luz do dia o seu ódio à mulher judia. Quando a própria ONU -- um bordel de amparo milionário ao terror sádico dos palestinos -- já admitiu as sevícias, a ex-patroa do pedófilo se entretém em babar de ódio antijudaico do alto da tribuna da Legislativo Federal. Andando com pedófilo, chutando com ódio uma das bandeiras do feminismo (a diginidade da mulher) e exibindo estranha tara antissemita, a criatura chafurda. E não vai só.
O ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José não genuíno, mas um genoíno estagiário de um outro José -- o nazistão Goebbels -- saiu-se recentemente com a bravata hitlerista: boicotar os negócios dos judeus brasileiros. Exato, o genuíno seguidor da prática nacional-socialista, um que já presidiu o tão bem presidido partido do presidente da república sugeriu -- ou antes, preconizou, recomendou, pediu, com fúria digna de um Goebbels, o boicote aos cidadãos brasileiros de confissão judaica.
Calados ficaram o presidente da república, a primeira-dama gaiata e um certo ministro calvo, notório pelo ardor antinazista. O jurista engoliu seu constitucionalismo e permitiu que o ex-presidente do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores... Perdão, Partido dos Trabalhadores, apenas. Sem o nacional, apenas socialista. Enfim, permitiu que o genuíno genoíno fizesse um cover do Zé Goebbels, alto e bom som. Genoíno não foi incomodado pelo paladino sem cabelo. "Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei". O bom e velho lema da lama que nós queríamos limpar deste país perdura. Vai provavelmente substituir o "Ordem e Progresso" na bandeira.
Genoinamente.
O ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José não genuíno, mas um genoíno estagiário de um outro José -- o nazistão Goebbels -- saiu-se recentemente com a bravata hitlerista: boicotar os negócios dos judeus brasileiros. Exato, o genuíno seguidor da prática nacional-socialista, um que já presidiu o tão bem presidido partido do presidente da república sugeriu -- ou antes, preconizou, recomendou, pediu, com fúria digna de um Goebbels, o boicote aos cidadãos brasileiros de confissão judaica.
Calados ficaram o presidente da república, a primeira-dama gaiata e um certo ministro calvo, notório pelo ardor antinazista. O jurista engoliu seu constitucionalismo e permitiu que o ex-presidente do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores... Perdão, Partido dos Trabalhadores, apenas. Sem o nacional, apenas socialista. Enfim, permitiu que o genuíno genoíno fizesse um cover do Zé Goebbels, alto e bom som. Genoíno não foi incomodado pelo paladino sem cabelo. "Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei". O bom e velho lema da lama que nós queríamos limpar deste país perdura. Vai provavelmente substituir o "Ordem e Progresso" na bandeira.
Genoinamente.
Comentários
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Este escrevinhador se reserva o direito de detonar comensafada safados. Você é suficientemente grandidnho para ponderar com sensatez e não me vir com besteiras do tipo "criancinha coitada" etc. Não me irrite.