Sobre depravação

1. Jornalismo depravado - as agências de notícias, que vendem pacotes para os veículos de comunicação, impressos, TV, Internet etc, sabem perfeitamente que, não podendo operar livremente em Gaza, são obrigadas a subcontratar "jornalistas palestinos" de Gaza. Ocorre que os encanadores de Gaza, as prostitutas de Gaza, os merceeiros, os quitandeiros, os motoristas de ônibus, TUDO em Gaza é do Hamas. As agências sabem, portanto, que subcontratam jornalistas do Hamas, fotojornalistas do Hamas. Como são "do Hamas", vão cobrir os Einsatzgruppen (grupos de extermínio, em alemão hitlerista), do Hamas. Cobrir com entusiasmo e adesão, é claro. 

2. Se uns e outros por aí andam dizendo que "isso não é um problema ético, já que os exércitos ocidentais também admitem jornalistas nas linhas de frente", advirto ao idiota de plantão capaz de defecar essa depravação intelectual que a Guerra do Vietnã foi perdida pela atuação da imprensa norteamericana, vendida a Moscou, no sentido de desmoralizar os soldados norteamericanos perante o público de seu próprio país. Não, não tinham um "pacto de topa tudo", não eram jornalistas "sem problemas éticos", não cobririam estupros ou queima de bebês de bom grado, supondo aquela depravação legítima atribuição, perfeitamente ética, do seu papel de jornalista na linha de frente do terror.

3. NOSSA POLÍCIA FEDERAL, vale dizer, nosso ministério da justiça (em caixa baixa) aliado do Hizballah agiu sob pressão do Mossad. Eu consigo escutar: "ou vocês tiram a bunda da cadeira ou nós jogamos no ventilador tudo -- TUDO -- a respeito da promiscuidade política da esquerda brasileira com o terrorismo islâmico, o que obviamente implica o governo de vocês". Entenda quem quiser. Faça-se de surdo quem -- os depravados -- quiser.

4. Brasileiros em Gaza não são propriamente reféns, ok? Quem vai a Gaza está no esquema da depravação do Hamas, é ou elemento de ligação entre a promíscua esquerda brasileira e o terror islâmico ou tem algum envolvimento com essa depravação.

5. CADA DIA É UM INFERNO na vida dos duzentos e quarenta (não tenho certeza do número) reféns judeus seviciados pela depravada militância do Hamas, tão apreciada pela nossa base governista. Isso inclui estupro de mães perante filhos, execução ou estupro de crianças na frente dos pais, humilhações as mais cruéis, tortura psicológica alternada à tortura física, sem a menor "utilidade tática", ou seja, não se trata de um interrogatório sob tortura, mas da tortura pela tortura, pelo prazer islâmico de torturar um infiel ou coisa que o valha. Allah dê o devido castigo a essa depravação.


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Miguel Fernandes

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